quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Quanto você cobraria para ser policial?


Quem não é policial muitas vezes ignora quais são os reais motivos pelos quais os profissionais de segurança pública reivindicam atenção e reconhecimento. Neste texto, pretendemos mostrar um pouco das agruras por que passam os policiais, além de algumas de suas funções que parecem ser dignas de observação quando estamos falando de valorização profissional. Ao final, o leitor poderá responder à pergunta: “Quanto você cobraria para ser policial?”:


Passar noites sem dormir

A maioria das pessoas só vê a polícia quando ocasionalmente passa por uma viatura ou guarnição durante seu cotidiano diurno, ou na parte inicial da noite. Para quem não sabe, porém, a polícia trabalha ininterruptamente todos os dias, inclusive no momento em que os cidadãos “normais” se encontram no aconchego dos seus lares, aquecidos e descansados, dormindo para enfrentar a rotina do dia posterior. Às vezes, esta jornada noturna se estende, em virtude de ocorrências mais demoradas e problemáticas. Durante o serviço policial, dormir, e todos os benefícios que o ato traz ao corpo, são exceção.


Faltar a eventos familiares/afetivos

Natal? Revellion? Carnaval? Dia dos pais? Dia das mães? Aniversário? O policial não tem direito a qualquer destas comemorações, caso esteja escalado de serviço. Também não pode deixar de trabalhar, se for o caso, para ir à apresentação de teatro do filho na escola, tampouco para fazer uma viagem romântica com o(a) cônjuge. Na polícia, o ditado popular se faz valer: “primeiro a obrigação, depois a diversão”.


Correr risco de morte

Certamente este é o mais óbvio dos ônus de se tornar policial, mas também o mais preocupante: ser policial é trabalhar com a possibilidade de morte a qualquer momento do serviço. Não são poucos os casos de policiais mortos em confronto, ou mesmo em acidentes e incidentes possíveis no desenrolar da atividade: colisão de viaturas em perseguições, manuseio equivocado de arma de fogo etc.


Ser reconhecido fora de serviço

Um desdobramento do aspecto acima mencionado está presente também quando o policial não está mais em serviço. Caso seja reconhecido no momento de um assalto, por exemplo, dificilmente os suspeitos serão benevolentes com o policial, pelo receio da represália imediata e posterior. Assim, admitir-se policial em qualquer ambiente é quase se oferecer aos riscos inerentes a esta condição.


Salvar vidas de vítimas do crime

Cotidianamente a polícia põe fim a seqüestros, assaltos com reféns, tentativas de homicídio, roubos, furtos etc. Cotidianamente a polícia salva vidas, tal como o médico o faz, com uma diferença: expondo sua própria vida.


Ser generoso, polido e negociador

Embora a imagem que as polícias tenham entre a população brasileira seja a de uma instituição rústica, truculenta e abrupta, o fato é que a maioria dos policiais lidam com os problemas que se lhe apresentam no dia a dia de modo muito mais brando. Isto porque seria praticamente impossível resolver a gama de problemas nas ocorrências caso agisse sempre arbitrariamente. Sem o talento da mediação, o policial estará fadado ao fracasso.

Fonte: Abordagem Policial

Polícia Militar está na cola do suspeito de matar um PM em Assu



A Policia Militar de Assú, aguarda a apresentação de ELIZEU PEDRO FONSECA, acusado de matar um Policial Militar Rômulo e balear o Soldado Cavalcante.

Familiares de ELIZEU tentaram "negociar" a apresentação do mesmo, querendo a garantia que o mesmo não seria preso, porém a Prisão Preventiva já tinha sido decretada pela Juiza de Assú. O Comando do 10º BPM espera que o mesmo se apresente e responda pelo crime preso, para não colocar em risco as investigações sobre o que realmente ocorreu na tarde de sexta-feira. Várias equipes estão de prontidão 24h para tentar pegar o acusado, inclusive Unidades de Elite da PM em outras cidades. 

A Associação de Praças de Mossoró, juntamente com os PMs de Assú, estão oferecendo uma RECOMPENSA de R$ 2.000,00 para quem der uma informação que leve a PM a chegar ao bandido. Basta ligar para um desses números: (84) 8703-7440 , 8853-3381, 8752-1011 e 3316-2692 ou ainda pelo blog GTO Assú ou pelo 190. Sua identidade ficará no mais absoluto sigilo.

Fonte: GTO Assu

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Contraproposta do Governo causa revolta !!!

Quem ainda não foi a um show de Zé Lezin mas gosta de uma boa piada, deveria ter ido ontem a reunião que o governo do estado marcou com os representantes da categoria policial militar, dizendo que apresentaria uma proposta de reparação salarial. Na verdade, como diria Samuel Blaustain, de saudosa memória, o governo apresentou sim, uma “probosta”, lógico, com o perdão da mistura que fizemos entre a nossa língua portuguesa e a língua do turco usurário, personagem do humorista na escolinha do professor Raimundo. Brincadeiras á parte, o que vimos e ouvimos foi na realidade uma boa piada. 

Uma tabela apresentada propondo valores para 2015, quando nós estamos precisando de aumento para já. Sem contar, que nós não fomos convocados para a copa de 2014, assim, não nos comove a necessidade de garantir segurança pra gringo algum, afinal, a necessidade de segurança é emergente para nosso povo, e isso até um cego percebe.

Dizer que o governo não tem dinheiro pode até parecer legal, mas quando elegemos um representante, é para que ele resolva esses problemas, a não ser que este não tenha competência, e isso não seria nenhuma novidade, já que competência é algo cada dia mais raro no meio político de nosso estado.

Como vamos equiparar os salários das policias se queremos estagnar uma tabela ridícula dessas até 2015? Significa isso que a policia civil, por exemplo, vai ficar até lá com os salários congelados, esperando que a polícia militar os alcance?

Outra pergunta pertinente: por que mexeram nos índices de praças e mantiveram os índices de oficiais, de certa forma, inalterados?

Essa moda de querer financiar aumento de salário, apesar de ser uma boa piada, é de muito mal gosto, pois estamos vivendo um momento de necessidade, com salários defasados desde 2006, sacrificando nossa família, concorrendo com uma crescente criminalidade que vem culminando com a morte de colegas constantemente e o medo dos que ainda estão vivos enfrentando o crime, enquanto o governo, brinca com a cara dos nossos representantes e conseqüentemente da tropa.

Essa idéia de que abrir um canal de diálogo foi muito importante não nos convence, estão querendo ganhar tempo e depois dizer que não dá mais para incluir nada no orçamento de 2012, e nesse golpe ridículo, já caímos outras vezes. Fazer acordo, financiando aumento de salário em suaves prestações, não nos parece legal quando estamos tratando de um governo que não cumpre os acordos firmados, a exemplo do que está acontecendo com outras categorias no momento.

Você imagina quantos aumentos, decididos a “bel prazer” terão nossos deputados, vereadores, e o próprio executivo, até 2015?
Estamos em 2011, serão quatro longos anos esperando para complementar um salário, que ao final, já se encontrará defasado, se mantidos os índices de inflação anual, numa perspectiva otimista, entre 5% e 8%, e assim nunca seremos igualados a outras categorias de policia.

Para não sermos enfadonhos, nesse ínterim, as propostas de estatuto e código de ética estão adormecidas no “mofo sinistro” das gavetas do QCG, como querem todos os que estão se beneficiando com a legislação caduca. Inclusive que impede a categoria de fazer greve, SOB PENA DE SER PRESO E EXCLUIDO.

Fonte: ACS

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

10 Mandamentos do Policial...


Toda atividade profissional possui suas características, que expandem ou limitam os aspectos da vida daquele que se propõe a adotar determinada profissão. Neste sentido, a atividade policial é um dos ofícios que mais exige cuidado e adaptação da vida afetiva, familiar e cotidiana de seus adeptos. Por isso, resolvemos fazer um pequeno guia para aqueles que não são policiais entenderem essas limitações, e para os policiais que nos lêem reforçarem ideias que geralmente lhes são passadas desde o curso de formação.
Os Dez Mandamentos do Policial são ensinamentos para cuidar da integridade do policial e daqueles que se relacionam com ele fora ou durante o desempenho de sua atividade profissional:
Policiais que frequentam locais vulneráveis à incidência de crimes estão se dispondo a correr riscos que podem ter fins trágicos. É claro que as coisas podem ocorrer em qualquer local, porém, sabemos bem os bares, lanchonetes e outros estabelecimentos propícios à presença de pessoas envolvidas com o crime. Não é agradável sentar em uma mesa de bar ao lado de um suspeito preso em uma ocorrência por você próprio em outra ocasião. Por isso, independentemente do custo dos lugares que frequenta, procure sempre estabelecimentos onde a honestidade parece ser a característica de seu público.
Todos nós possuímos amigos, mas não necessariamente somos responsáveis pelas suas trajetórias. Assim, é perfeitamente possível que um amigo de infância enverede pelo ambiente do crime, e que passe a ter um estilo de vida incondizente com o que um policial pode admitir para sua própria segurança. Não se trata de “elitismo”, de ter amizades diferenciadas só por ter se tornado policial. Mas, no mínimo, é preciso estabelecer limites para alguns tipos de amigos – principalmente aqueles de ocasião.
Relacionamentos amorosos podem gerar sérios problemas para policiais, a depender de quem seja a pessoa com quem está se relacionando. Considerando o fato de que a atração amorosa não é controlada racionalmente, ou que este controle tem certos limites, é bem possível que um policial se envolva com pessoas que, por sua personalidade ou ambiente familiar e de amizades (e até por seus relacionamentos amorosos anteriores) sejam problemáticas para a convivência. Há casos em que esposas de policiais matam seus maridos por ter conseguido acesso a sua arma de fogo após uma discussão. Policiais que se relacionam com traficantes de drogas etc.
Um professor financeiramente descontrolado terá que dar aulas a mais para tentar voltar à estabilidade. Um policial, com arma de fogo à disposição e investido de sua condição profissional, com todas suas prerrogativas, terá tentações muito mais perversas para complementar sua renda. Certamente, esta não é a única fonte de corrupção de um policial, mas é imprescindível procurar gastar pouco para precisar de pouco, pois as soluções que aparecerão para seus problemas financeiros podem lhe gerar problemas judiciais e vitais. Mesmo com o geralmente parco salário, é preciso se manter na honestidade.
Nem sempre é possível estar observando tudo que está a sua volta. Existem momentos de relaxamento natural do corpo e do raciocínio. Mas o policial não pode se descuidar excessivamente, ou corre o risco de sofrer represálias em decorrência do seu exercício profissional. Se possui o hábito de portar arma de fogo, esta máxima é ainda mais pertinente. Entrou em um ônibus coletivo? Sentou em uma mesa de bar? Está sacando dinheiro no banco? Esteja sempre atento.
O policial geralmente se torna uma referência para a segurança da comunidade em que reside. Assalto nas proximidades? Pede ao policial para resolver. Arrombamento em uma casa? Chama o policial para entrar e ver se há alguém suspeito no interior da residência. Esta “utilidade”, porém, acaba levando o policial a se considerar um xerife de rua, uma espécie de ordenador abusivo de qualquer problema que surja em sua comunidade: algo que levará seus próprios vizinhos a se incomodarem com a postura. As “milícias” são uma extensão desse papel irregular de ditador exercido por um policial.
É comum ver policiais que se envolvem em ocorrências policiais fora de serviço como se de serviço estivessem – como se estivesse na companhia de uma guarnição, com rádio comunicador para requisitar apoio, fardado etc. Outros, fardados e de serviço, excedem suas competências e os limites legais, e abusam do poder que lhes é atribuído. Para ser policial é preciso exercer permanentemente a humildade e a discrição. A arrogância e a petulância podem ser fatais.
Pouca profissões são tão estressantes quanto a atividade profissional. Por isso, se dedicar ao trabalho policial sem ter atividades secundárias de relaxamento e diversão é um tiro no pé, que certamente trará problemas para a saúde. Participe de atividades sociais não policiais, leia livros, assista filmes, jogue futebol, viaje, enfim, pratique atividades que lhe façam se despir da condição formal e tensa que a polícia nos impõe.
É verdade que as polícias não treinam adequadamente seus policiais. Por isso, precisamos nos pronunciar sempre sobre estas carências, pressionar para que a zona de conforto dos responsáveis por dotar os policiais de treinamento não se extenda. Enquanto esta deficiência está ocorrendo, porém, é preciso não descuidar do preparo técnico, mesmo que isso gere custos particulares. Erra consigo mesmo quem não treina por “birra” com a polícia. Não é o governador que enfrentará situações de risco nas ruas. Estar apto para o serviço policial é diminuir os riscos de morte durante a atividade.
Uma coisa é querer fazer o mal. Outra é estar em um ambiente onde alguns elementos lhe levam a cometer um mal. Não são raras as ocasiões em que policiais tidos como pacíficos e moderados acabam se deixando levar pelas circunstâncias da ocorrência, se envolvendo com os fatos, e chegam a abusar do uso da força. O controle das emoções é um dos grandes desafios da atividade policial, e deve ser exercitado cotidianamente, sob pena do policial se tornar uma “bomba” a explodir suas emoções sempre que se depara com ocorrências provocativas.
Com todas essas limitações e cuidados que o policial precisa ter, fica claro porque se justifica qualquer reivindicação de valorização e reconhecimento dos profissionais de segurança pública.

Fonte: abordagempolicial

Curso de TASER M 26 - GTOR Natal

A Equipe do GTOR Natal participa de treinamento sobre o TASER M 26 na sede do Comando de Polícia Rodoviária Estadual - CPRE


Com a chegada de novas "armas menos que letal", a Equipe do GTOR Natal participa de treinamento do TASER M 26 para utilizar tal arma com maior eficácia. 

Com a palestra do 2º Sgt. Normando, a equipe teve a oportunidade de conhecer mais sobre esta importante arma no combate ao crime. Na ocasião, a equipe fez testes com a arma e discutiu sua utilização com o instrutor.

O Sgt. Normando observou ainda a importância com a responsabilidade no uso da arma não letal.


É a equipe do GTOR Natal treinamento e se qualificando para o combate ao crime organizado.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Um desabafo da deplorável remuneração da polícia... o que tem a ver com sua vida?


Falar de melhores remunerações, boas condições de trabalho e capacitação profissional para os servidores policiais militares, para a sociedade em geral, pode parecer redundante, banais e, de certa forma, até desnecessária tal discussão, pois acreditam que isso é “problema da polícia” e que “ninguém tem nada a ver com isso”. Opiniões dessa natureza é que corroboram para a deplorável situação em que se encontra a Segurança Pública do nosso país.

Não é difícil concluir que, com o passar dos anos, a falta de perspectiva financeira e de ascensão profissional, somado ao estresse, ao risco diário da profissão e à conseqüente desestrutura familiar, conduz muitos policiais ao vício das drogas e do álcool, às doenças mentais e do corpo e aos desvios de conduta que contradizem a sua missão. Quando este último ocorre, infelizmente, o Estado geralmente perde o policial para a criminalidade e o pior, esse processo contribui para agravar os problemas sociais já existentes, pois tal situação envolve toda uma estrutura familiar, os dependentes também entram num processo de degradação social. Perceba que estando esse policial no fundo do poço da criminalidade dificilmente existe salvação, pois ele já está envolvido no “submundo” e caso pense em sair, é tarde demais, uma vez que já está dependente financeiramente do sistema em que se envolveu além do que, pode colocar em risco sua vida e de seus familiares.

Veja como começa esse ciclo:

- Com a falta de atenção dos gestores, o policial militar no Brasil, que possui baixíssima remuneração e é sempre submetido a uma exaustiva jornada de trabalho, como qualquer profissional, sente a necessidade de melhoria financeira, porém, diferente de muitas profissões, a função de policial é diariamente posta em cheque, uma vez que “o sistema” esta numa linha tênue que divide legalidade e criminalidade;

- Então sem ter muitas vezes como reivindicar melhorias, o policial começa a identificar diversas “oportunidades” em que pode tirar “vantagem” financeira para suprir suas necessidades e, com a falsa sensação de que ninguém vai descobrir, inicia um processo que envolve extorsão, tráfico, roubo, entre outros crimes.

Nesse momento o Estado já perdeu o policial, agora ele é um criminoso, o pior dos criminosos: o policial “bandido”, aquele que detém informações privilegiadas e que incrementa cada vez mais o crime organizado. A pessoa humana que está por trás daquele policial, agora fica apenas com aquela velha e saudosa lembrança dos tempos em que tudo era um “sonho”.

E de quem é a responsabilidade? Do policial? Do Estado? Da sociedade? Dos Direitos Humanos? Por que isso acontece? Poderia ter sido evitado?

Vamos entender um pouco mais como tudo acontece:

- Todo policial tem o “sonho” antes de entrar na “gloriosa”: combater o crime, fazer justiça, aplicar a lei com o risco da própria vida..., porém, ele começa a se desfeito logo no inicio do curso de formação: são mazelas como o atraso de salário na reduzida bolsa de aluno, são as dívidas e débitos contraídos com a falta desse dinheiro, sem falar nas péssimas condições de alimentação e no sistema humilhante que alguns superiores tratam os alunos.

- Depois da péssima formação inicial, as mazelas só se acentuam, são más condições de trabalho, viaturas quebradas, armamento defasado, falta de treinamento... que com o passar dos anos só se agrava, vão chegando as ocorrências chocantes, as diversas situações de risco, o estresse, que nesse momento profissional já é grande. É nessa hora, que o policial precisaria de ajuda e de intervenção, mas o Estado e o Comando não percebem e não propiciam nenhum acompanhamento médico, psiquiátrico.

- Então isso se agrava mais com a falta de perspectiva de promoção, a péssima remuneração, que a cada ano fica mais defasada, a inexistência de um plano de cargos e salários, pois tudo aumenta (alimentação, aluguel, combustível, etc.) e o salário nada. Daí vão vindo mais frustrações, e sem poder reivindicar, não poder fazer greve, aquilo vai descendo de “goela à dentro”.

            Daí, o estresse vai se acentuando cada vez mais, o policial já está respondendo a justiça, direitos humanos, sociedade. Não consegue discernir direito o certo do errado, e quando percebe, já está doente, velho, cada vez mais pobre... É nesse momento de desespero que se inicia o processo da “oportunidade” que ninguém tentou evitar por ser “problema de polícia”.

Não precisa ser um “expert” para concluir que uma boa remuneração, além de evitar esse problema social, melhora e afeta outros segmentos também. Por exemplo: a saúde, o policial bem remunerado poderia pagar um plano de saúde para ele e para sua família, isso diminuiria o gasto público com tal demanda nos postos de saúde, sem falar nos remédios e tratamentos psicólogos. Além do que, com melhor saúde, teríamos mais homens na rua, menos atestados médico; a moradia, o policial iria poder comprar um imóvel para sair do aluguel, poderia ele morar longe das periferias, onde muitas vezes não pode combater nada porque os criminosos o conhecem; a Educação, além de poder se qualificar mais, fazendo cursos superiores, técnicos, ele também poderia pagar um bom estudo para seu filho, isso diminuiria “os excessos” nas escolas públicas; a economia, o Estado iria crescer mais, o policial teria mais participação econômica – financeira; a Alimentação iria melhorar com uma feira mais nutricional, o policial se alimentaria melhor para cumprir sua missão com mais entusiasmo; o sistema de segurança, ganharia no todo pois além do policial ter a possibilidade de possuir sua arma registrada, não precisaria fazer “bicos”, não pegaria “toco”, a categoria teria mais motivação, então o “sonho” se tornaria realidade e a segurança aumentaria, ganhando eu, você, todos nós!!!

Então parem para refletir: a remuneração do policial tem a ver com a sua vida?