sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
PRF prende dupla por estelionato
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu dois homens acusados de estelionato e apreendeu material utilizado para realizar o crime. A abordagem aconteceu por volta das 11h desta terça-feira em um trecho BR-304 localizado no município de Macaíba, Grande Natal.
O inspetor Djairlon Moura, da PRF, conta que os policiais rodoviários realizavam uma revista de rotina na via, quando resolveram pedir para que um ônibus que tinha como destino a cidade de Fortaleza parasse. Na ocasião, se depararam com os cearenses Edy Cláudio Silva, de 30 anos, de Fortaleza, e Francisco Flávio Veras Rodrigues Filho, de 18, nascido no interior do Ceará, cidade de Crateús.
Eles carregavam dentro das malas 40 cartões de crédito clonados, um computador com programas para captura de dados de cartões, uma máquina de leitura de cartões magnéticos, R$ 1,5 mil e uma filmadora artesanal, improvisada para filmar as pessoas digitando suas senhas nos terminais dos bancos.
O inspetor Djairlon Moura, da PRF, conta que os policiais rodoviários realizavam uma revista de rotina na via, quando resolveram pedir para que um ônibus que tinha como destino a cidade de Fortaleza parasse. Na ocasião, se depararam com os cearenses Edy Cláudio Silva, de 30 anos, de Fortaleza, e Francisco Flávio Veras Rodrigues Filho, de 18, nascido no interior do Ceará, cidade de Crateús.
Eles carregavam dentro das malas 40 cartões de crédito clonados, um computador com programas para captura de dados de cartões, uma máquina de leitura de cartões magnéticos, R$ 1,5 mil e uma filmadora artesanal, improvisada para filmar as pessoas digitando suas senhas nos terminais dos bancos.
Polícia fecha desmanche de carros na avenida das fronteiras
Um desmanche de carros na avenida das Fronteiras, próximo ao Hospital da Mulher, na zona Norte de Natal, foi deflagrado pela polícia esta manhã.
De acordo com o delegado Ulysses de Souza, da Delegacia Especializada na Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (Deprov), a ação se trata de uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar que está sendo realizada na manhã desta quarta-feira (01).
Fonte: http://200.188.178.144/ver_noticia/57040/
Fonte: http://200.188.178.144/ver_noticia/57040/
Segurança do Carnatal terá 1,5 mil Policiais
Com a expectativa de reunir um milhão de foliões durante os quatro dias de festa, a 20ª edição do Carnatal contará, este ano, com um efetivo de 1.560 policiais fazendo a segurança do evento. Um forte esquema de patrulhamento foi montado com motos, carros, cavalaria, torres de vigilância, câmeras, trailers e até mesmo cães do Batalhão de Choque (BPChoque). Além disso, equipes do Corpo de Bombeiros e 11 ambulâncias estarão a postos para atender qualquer emergência.O subcomandante do policiamento metropolitano, o tenente-coronel Alarico Azevedo, informa que o esquema de segurança para o Carnatal 2010 contará com dois pontos bases. A central de monitoramento e comando de operações será estabelecido na Escola Estadual Rêgulo Tinôco. "Nela estarão concentrados o monitoramento das 50 câmeras ao longo do corredor e toda a comunicação entre as equipes trabalhando no evento". Segundo ele, todas as ocorrências dentro da festa serão registradas nessa central, sem interferir nasações do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).
Nessa escola ainda funcionará a delegacia de plantão do evento e o setor de achados e perdidos. Ainda segundo o delegado Júlio Rocha, diretor de polícia da Grande Natal, além das equipes de plantão, em cada dia haverá uma equipe de agentes da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) infiltrada entre os foliões para coibir o tráfico. "A DP de plantão Zona Sul, em Cidade da Esperança, também dará apoio ao evento, caso haja um volume grande de ocorrências".
A segunda base ficará no ginásio Machadinho, onde funcionará o ponto de triagem. "Toda ocorrência é levada para lá. Se for necessário algum flagrante, leva-se para à Rêgulo Tinôco", explica Alarico Azevedo. No estádio Machadão funcionará, ainda, o Juizado da Infância e da Adolescência.
As operações serão coordenadas por 60 oficiais PMs, durante os quatro dias. O tenente-coronel Alarico afirma que o policiamento empregará uma "onda crescente", onde o efetivo vai aumentando à medida queo horário vai passando, até atingir o pico durante a hora de maior movimentação. Ao longo do percurso e nos seus arredores, a polícia estará com uma estrutura com 50 motocicletas, 10 viaturas, quatro trailers e seis pontos da cavalaria. O Bpchoque levará policiais com cães farejadores. Haverá 18 torres de monitoramento dentro do percurso. "E isso somente na área do Carnatal. Não haverá dano algum ao patrulhamento normal da cidade".
Números
A segurança do evento:
l 1.560 policiais
l 11 ambulâncias
l 50 motocicletas
l 10 carros
l 4 trailers
l 6 pontos da cavalaria
l 18 torres de observação
l 50 câmeras
Fonte: http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/01/cidades4_0.php
Nessa escola ainda funcionará a delegacia de plantão do evento e o setor de achados e perdidos. Ainda segundo o delegado Júlio Rocha, diretor de polícia da Grande Natal, além das equipes de plantão, em cada dia haverá uma equipe de agentes da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) infiltrada entre os foliões para coibir o tráfico. "A DP de plantão Zona Sul, em Cidade da Esperança, também dará apoio ao evento, caso haja um volume grande de ocorrências".
A segunda base ficará no ginásio Machadinho, onde funcionará o ponto de triagem. "Toda ocorrência é levada para lá. Se for necessário algum flagrante, leva-se para à Rêgulo Tinôco", explica Alarico Azevedo. No estádio Machadão funcionará, ainda, o Juizado da Infância e da Adolescência.
As operações serão coordenadas por 60 oficiais PMs, durante os quatro dias. O tenente-coronel Alarico afirma que o policiamento empregará uma "onda crescente", onde o efetivo vai aumentando à medida queo horário vai passando, até atingir o pico durante a hora de maior movimentação. Ao longo do percurso e nos seus arredores, a polícia estará com uma estrutura com 50 motocicletas, 10 viaturas, quatro trailers e seis pontos da cavalaria. O Bpchoque levará policiais com cães farejadores. Haverá 18 torres de monitoramento dentro do percurso. "E isso somente na área do Carnatal. Não haverá dano algum ao patrulhamento normal da cidade".
Números
A segurança do evento:
l 1.560 policiais
l 11 ambulâncias
l 50 motocicletas
l 10 carros
l 4 trailers
l 6 pontos da cavalaria
l 18 torres de observação
l 50 câmeras
Fonte: http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/01/cidades4_0.php
Túnel desmorona durante fuga e dois presos morrem
Depois que o túnel desabou sobre os detentos, a direção do presídio acionou os Bombeiros para fazer o resgate. A estrutura, segundo João Maria Santos, tinha cerca de 5m de profundidade, mas era muito estreita, o que dificultou o trabalho de retirada. "Precisaram usar cabos de aço e outros equipamentos e mesmo assim foi muito complicado". Nelson Francisco foi retirado em meio aos escombros, sem ferimentos graves. "Ele nem precisou ser levado a algum hospital. Ficou por aqui mesmo e responderá a medidas administrativas". O sobrevivente foi colocado no setor de isolamento da penitenciária. Os dois mortos foram recolhidos, após resgate, pelo Itep.
Os outros dois detentos que estariam participando da tentativa de fuga não foram identificados. João Maria diz que os presos poderiam estar planejando uma fuga em massa. "O túnel saía em direção ao outro portão da unidade, onde caminhões têm entrado para trabalhar na construção do novo pavilhão. Acredito que a ideia era esperar o portão se abrir e muitos fugirem por ali". O tenente-coronel, que está em Alcaçuz desde setembro, afirma que já tomou conhecimento de três tentativas de fuga durante sua administração.
Sargento Regina chama Colega de "Rato"
A vereadora-sargento Mary Regina (PDT) disse que foi pega de surpresa ao saber pela impressa que o vereador Heráclito Noé (PPS), relator do seu processo na Comissão de Ética da Câmara de Natal, deu parecer defendendo a instalação de uma Comissão Especial para avaliar a sua cassação.
Ainda não sabe o teor do relatório: – “Fui pega de surpresa ontem de manhã pelo repórter que me leu o relatório, que não chegou a minhas mãos e nem na dos meus advogados, não sei do teor do relatório do vereador Heráclito Noé”.
Visivelmente abalada, desabafou: – “Você fez sua parte, espero que vossa excelência tenha a consciência do que está fazendo, pois nosso mandato é sério e foi atestado por 5.498 pessoas que votaram e me mandaram para dentro desse plenário”.
Nos vídeos divulgados na internet, MR fala sobre negociação para compra de votos e apoio. Daí o relator entendeu que houve quebra de decoro.
Ela questionou: – “Não tenho o que esconder e o que negar. Fui vítima de uma trama sórdida para acabar com minha imagem. Não vejo nenhuma propriedade para tirar o mandato de uma parlamentar colocada pelo povo. Qual foi o crime que cometi?”.
Pede paz: – “O que falei em relação aos vereadores já pedi desculpas publicamente. Sou mulher, tenho vergonha na cara. Deixe-me em paz, eu não fiz nada demais”.
Sem citar claramente Heráclito, alfineta o hoje algoz: – “O homem que é ajudado por uma mulher e depois cospe no prato, para mim não é um homem, e sim um rato”.
Legalidade de Escala Extra no Carnatal
A APM/RN realizou uma pesquisa sobre a legalidade do serviço extra durante a realização do CARNATAL, e encontrou algumas particularidades, para entendermos melhor vejamos alguns casos julgados.Escala de serviço extra por necessidade de serviço é considerada obrigatória, quando envolva interesse público e pouca quantidade de efetivo em grande eventos públicos, esta é a recomendação e decisão de alguns casos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte.
Os casos julgados referem-se tão somente as escalas de Carnaval e eleições, quando alguns policiais deixaram de comparecer e ao voltarem disseram que não eram voluntários para participar de tal evento, conforme o regulamenta a Lei Estadual 7.554 de 18 de novembro de 1999.
Em seu artigo 1º a lei estadual é específica quando diz que, a Diária operacional é:
“destinada ao policial civil ou militar, que voluntariamente, em período de folga, for empregado na sua atividade fim, de polícia judiciária ou de policiamento ostensivo”.
A Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso II, diz:
“ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.
A APM/RN não discorda da escala de serviço extra durante o Carnaval e Eleição, devido a função de proteger a cidadania e a democracia do nosso país em período de eleições, e durante o carnaval por se tratar de um evento cultural brasileiro onde uma grande parte de cidade festejam e ao mesmo tempo entre estas cidades não existe um grande números de policiais.
Defendemos que os policiais que não são escalados nestes eventos não podem sofrer nenhuma mudança de escala e sofrerem devem ser pagas as horas extras.
Em relação ao CARNATAL, foi visto que o requisitos de necessidade de serviço e interesse público por se tratar de um grande evento público não estão caracterizados neste evento.
O CARNATAL é um grande evento privado, onde a realizadora “Destaque Promoções” vende abadas a ingressos de arquibancada a quem deseja participar.
Todo o dinheiro arrecadado deveria servir para ser gasta em segurança, única e exclusivamente privada.
Os policiais militares envolvidos, não deveriam realizar a segurança dos corredores e sim da ruas que dão acesso ao evento.
As diárias operacionais pagas aos policiais envolvidos, não é dinheiro público e sim da “destaque promoções” que repassa ao estado ou a Polícia Militar. Diferentemente das eleições e do carnaval que pagam os policiais com dinheiro público, seja do TRE ou do governo do estado.
Sendo assim o policial escalado sem ter sido voluntário de participar de tal evento, não tem a obrigação de estar presente e cumprir a determinação.
Mas infelizmente, não é assim que funciona. O policial que vier a faltar alguns irão receber uma justificativa e outros na irão receber, o que receber possa ser que sejam punidos administrativamente, e para tornar-la nula deverão acionar a justiça, e comprovar que o evento não era de interesse público e que não havia sido voluntário.
O policial que necessitar de uma assistência jurídica poderá procurar a associação.
Sendo comprovada e anulada a punição entraremos com um processo contra o estado ou diretamente a quem assinou a escala de serviço extra. Por ter escalado o policial sem o mesmo ter sido voluntário e provocado transtornos prejudiciais administrativos e pessoais ao policial militar.
Direção Executiva da APM/RN
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